França deixou sua marca

França

 

França, foi o livreiro que passou anos e anos vendendo os clássicos e as novidades da literatura nas redações. Tinha o preço mais em conta, parcelava a compra e aceitava pré-datado (nessa época ainda se usava cheques pré-datados). Mas motivava mesmo os colegas a comprar pela sua simpatia, aquele jeitão que misturava fidalguia e simplicidade e o carinho que demonstrava pelos livros. Ele sabia o que os obras continham e conhecia alguns dos autores, contava causos sobre eles. Devo muito do pouco que li ao França.

Se é verdade que o sujeito vale pela marca que deixa no mundo, vejo, pelas manifestações emocionadas dos colegas diante da dele, que França foi mesmo um grande cara.

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